O
King Crimson é uma daquelas bandas que levou o Rock ao seu limite máximo. Numa
palavra: experimental. Ideal do guitarrista e fundador do grupo Robert Fripp,
um dos heróis da guitarra mais significativos da história desse instrumento, o
Crimson teve diversas formações, incluindo feras imprescindíveis do Rock: Greg Lake,
Bill Bruford, Adrian Belew, Tony Levin, Trey Gunn e Jon Wetton, para citar
apenas alguns. Ao todo, entre 1969 e 2009, anos em que a banda esteve ativa
(contando intervalos que chegam a somar mais de uma década de inatividade), foram 18 membros e dois letristas (de fato, o
Crimson é uma das poucas bandas de Rock a ter poetas como letristas). Desafiadora
de regras comerciais, a banda escolheu uma plateia pequena, mas fiel. Também
estabeleceu marcos musicais que influenciaram as gerações de músicos que os
sucederam. De acordo com Pete Sinfield, o primeiro letrista do grupo, se a
música que o Crimson estava produzindo soasse “muito popular, estava fora”.
The Night Watch, do álbum Starless and Bible Black (1974), traz um dos melhores
momentos do King Crimson A letra se refere ao quadro do mesmo nome, do holandês
Rembrandt van Rijn. Embora não tenham atingido musicalmente o que Rembrandt
realizou pictoricamente, é uma das mais belas canções da história do Rock - com
toda a sofisticação e complicação possíveis nesse gênero musical básico e
simples, o qual precisa apenas de três acordes e a verdade para criar música.

Adorei o nome do blog! Congrats!
ResponderExcluirValeu, Woody!! Mais Rock'n'Roll impossível!
Excluirgrande Claudio!!!! Tamonessa!!!! abs
ResponderExcluirEdu
Já, já publico um post do Freak Brother, Edu! Grande abraço!!
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